No pico do tédio desafiei-me a amar-te.
Questionando a razão que herdei de todos os outros
Deixei que na praia caísse em morte um resto de mim
O mesmo pedaço que te mentiu, amando,
Claramente pouco para tanto.
Assim difamei a humanidade,
Que em literatura quis perdoar e contemplar
Mas como a todas as pinturas emocionantes
Só lhe tomei o sabor das lágrimas.
O colesterol está alto e o coração cansado.
É aqui e agora que te deixo.
Porque só agora quero
E porque só este aqui me deixaste.
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